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ESPARGO

Embora apenas cerca de 20 variedades de espargos sejam comestíveis, são conhecidas aproximadamente 300. 

Originário da região mediterrânica, caracterizado pela sua forma semelhante a uma seta, e a sua textura tenra, o espargo é hoje cultivado em muitos dos países de clima temperado, provindo a maioria dos Estados Unidos, Peru, França, Espanha e outros países banhados pelo Mediterrâneo. 

Embora as variedades mais comuns de espargos sejam verdes, existem outras duas variedades comestíveis. Os espargos brancos, de sabor mais suave e mais tenros, crescem debaixo do solo o que inibe a produção de clorofila e, consequentemente, lhes confere a distinta cor branca. Encontram-se geralmente em lata, mas em algumas superfícies comerciais é possível encontrá-los frescos. São, geralmente, mais caros que os verdes, uma vez que a sua produção exige mais mão-de-obra. A outra variedade comestível é a de cor púrpura. São espargos de tamanho muito mais reduzido que os verdes ou os brancos e possuem um sabor frutado. Com uma cozedura prolongada a cor pode desaparecer.
 

INFORMAÇÃO NUTRICIONAL

Tabela de composição nutricional (100 g de Parte Edível)


 

Espargo Cru

Espargo Cozido

 Energia (kcal)

18

17

 Água (g)

 93.4

93.8

 Proteínas (g)

 2.1

2.2

 Lípidos (g)

 0

0

 Hidratos de carbono (g)

 2.7

2.2

 Fibra (g)

 1.5

1.2

 Vitamina C (mg)

 10

8

 Vitamina B6 (mg)

 0.09

0.07

 Potássio

257

218

 Fósforo

 68

47

 Magnésio

 15

16

 
 

mg = miligramas. µg= microgramas. 
Parte Edível = diz respeito ao peso do alimento que é consumido depois de rejeitados todos os desperdícios.
Fonte: Porto A, Oliveira L. Tabela da Composição de Alimentos. Lisboa: Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. 2006.


VANTAGENS E DESVANTAGENS

O espargo contém um tipo de hidrato de carbono denominado inulina. O nosso organismo não tem capacidade de digerir a inulina, no entanto, as bactérias presentes no nosso organismo, que promovem a nossa saúde, tais como aBifidobacteria ou Lactobacilli, conseguem digerir. Quando a nossa alimentação contém uma boa quantidade de inulina, o crescimento e actividade destas “bactérias boas” aumenta, dificultando assim a proliferação de bactérias patogénicas.

O espargo é uma boa fonte de potássio e contém baixo teor de sódio. Este perfil mineral em conjunto com um dos aminoácidos presentes na sua composição - a aspargina - dá ao espargo um efeito diurético. (O espargo pode causar um odor característico na urina, resultado do metabolismo de alguns dos seus componentes que contêm enxofre).

O fósforo, presente no espargo em quantidade significativa, é o segundo mineral mais abundante no organismo e cerca de 80% está localizado nos ossos e dentes. O fósforo está presente em todas células do organismo onde desempenha funções muito variáveis e todas elas da maior importância. Tem relevante papel na formação molecular do ADN e do ARN, bem como do ATP, adenosina tri-fosfato. As células utilizam-no para armazenar e transportar a energia na forma de fosfato de adenosina.

A vitamina B1 está presente em variadas reacções químicas no nosso organismo, funcionando como co-enzima. É necessária na metabolização das proteínas, lípidos, hidratos de carbono e ácidos nucleicos.

A vitamina E evita a oxidação e protege a integridade de diversos componentes celulares, nomeadamente das lipoproteínas que transportam o colesterol no sangue e ajudam, assim, a prevenir problemas cardiovasculares.


COMO COMPRAR E CONSERVAR

Os rebentos de espargo devem ter uma forma cilindra mas não ser demasiado grossos nem estar torcidos. Procure os mais estreitos e firmes com pontas fechadas de cor púrpura ou verde escura. O final da haste não deverá ser demasiado lenhosa, contudo uma pequena porção lenhificada evita que o espargo seque. Uma vez aparado e cozinhado, o espargo perde cerca de metade do seu peso total.

De forma a obter um melhor sabor use os espargos um ou dois dias após a compra. Coloque-os no frigorífico com a parte final enrolada numa toalha de papel húmida, e certifique-se que ficam numa parte escura, uma vez que o ar, a luz e o calor destroem os folatos (compostos pertencentes ao grupo das vitaminas hidrossolúveis do complexo B).

Conheça receitas com este alimento em Nestlé Cozinhar.

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