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ALIMENTOS AMIGOS DO CÉREBRO

Fixe estes nutrientes: Ácidos gordos ómega-3, Vitaminas B6 e B12, Ácido fólico e Zinco.
Acha difícil memorizar todos? Assegure-se que eles fazem parte da sua alimentação diária.
São os nutrientes que contribuem para o melhor rendimento do cérebro. 
 
Ómega 3 à lupa
Os ácidos gordos da família ómega 3 são  importantes componentes das membranas celulares. O organismo não é capaz de o produzir e por esse motivo, deve ser obtido diretamente através da alimentação essenciaslmente peixes gordos como o salmão, atum e a sardinha.

É um nutriente fundamental mesmo antes do nascimento – para o correto desenvolvimento do cérebro e da retina do bebé que está na barriga da mãe – até ao envelhecimento – reduzindo o risco de doenças neuro-degenerativas, como a doença de Alzheimer. 
Contribui para desenvolver as capacidades cognitivas ajudando a melhorar as capacidades de memória, concentração e aprendizagem.
 
Vitaminas B6, B12 e ácido fólico
As vitaminas do complexo B em geral e a B6 e B12 em particular, bem como o ácido fólico, são necessárias ao metabolismo energético. Contribuem assim para que exista no organismo o combustível de que o cérebro necessita para desempenhar as suas funções. Podemos obtê-las nos cereais integrais, nos vegetais de folhas verde-escuras, nos lacticínios e na carne. A quantidade diária recomendada destes nutrientes depende da idade e do estilo de vida de cada um. 
 
Zinco
O zinco faz parte de todos os tecidos do organismo humano. Reconhecido pelo seu papel no crescimento em geral e no reforço do sistema imunitário, este mineral mostra-se cada vez mais importante no funcionamento do sistema nervoso. 
Encontra-se nos cereais integrais, leguminosas, frutos secos, laticínios, peixes e mariscos, sobretudo as ostras.
O consumo de bebidas alcoólicas e alguns medicamentos podem causar deficiências em zinco, afetando toda a saúde.
A melhor forma de obter este e outros nutrientes é fazer uma alimentação variada, preferindo alimentos frescos e cereais na sua forma integral. 
 
Destaque
Estudos recentes afirmam que problemas graves do foro neurológico como por exemplo a Doença de Alzheimer, podem ser atrasados ou mesmo prevenidos com a alimentação certa.
 
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