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Nestlé Crianças Saudáveis

Os benefícios do pescado na alimentação dos mais novos

Os benefícios do pescado na alimentação dos mais novos
Os benefícios do pescado na alimentação dos mais novos

Os benefícios do pescado na alimentação dos mais novos

Os oceanos são o habitat natural de muitos animais como os peixes, os moluscos e os crustáceos, e, também, de plantas como as algas. Este ecossistema é fundamental para o funcionamento da vida na Terra como a conhecemos, e contribuem muito para a nossa alimentação.

Os peixes, os moluscos e os crustáceos são alimentos que podemos encontrar no grupo da Carne, Pescado e Ovos, da Roda dos Alimentos. Um passeio pelo mundo das Carnes, Pescado e Ovos | NESTLÉ

Quais os benefícios do consumo de pescado?

Incluir pescado na alimentação traz diversos benefícios.

Sabia que o pescado tem, em média, cerca de 20% de proteína? O pescado é rico em proteínas de alto valor biológico, constituindo uma importante fonte de aminoácidos essenciais, como a lisina e a isoleucina.

O pescado, sobretudo das espécies marinhas, é uma fonte relevante de gorduras saudáveis, nomeadamente ácidos gordos ómega-3, que contribui para um melhor desenvolvimento cognitivo nas crianças e para a prevenção de doença cardiovascular nos adultos.

Para além disso, o pescado fornece vitaminas essenciais, como as vitaminas A e D, que contribuem para a saúde da visão, da pele e dos ossos. Também é fonte de vitamina B12, importante para o sistema nervoso e para a formação de células sanguíneas.

O pescado fornece ainda minerais como potássio, fósforo, iodo, selénio e zinco, que desempenham funções importantes no equilíbrio do organismo, no metabolismo energético, na função da tiróide e na proteção antioxidante.

Fontes: E-book_pescado.pdf e EFSA (2014) Scientific Opinion on health benefits of seafood (fish and shellfish) consumption in relation to health risks associated with exposure to methylmercury - - 2014 - EFSA Journal - Wiley Online Library

O que ter em atenção no consumo de pescado?

Digestibilidade

O pescado caracteriza-se por ser de fácil digestão, devido à qualidade das suas proteínas e ao seu menor teor de gordura, quando comparado com a carne. Estas características promovem um esvaziamento gástrico mais rápido, o que pode levar a uma menor sensação de saciedade.

Para tornar a digestão mais lenta e aumentar a saciedade, recomenda-se combinar o pescado com alimentos ricos em fibras, como hortícolas, leguminosas e cereais integrais.

Pescado enlatado

O pescado em conserva pode sofrer perdas de algumas vitaminas sensíveis ao calor, como as vitaminas do complexo B, devido ao processo de esterilização. Ainda assim, é uma opção prática para o dia-a-dia, devendo ser consumido de forma alternada com peixe fresco ou congelado, dando preferência às conservas ao natural.

Cuidados a ter!

Na escolha e conservação do pescado, é importante verificar o seu aspeto para avaliar a frescura e respeitar o prazo de validade no caso das conservas. O peixe fresco deve ser mantido no frigorífico entre 1 e 4ºC e consumido num curto período de tempo. O peixe congelado não deve ser recongelado após descongelação. As conservas devem ser guardadas em locais frescos e secos.

Na preparação, devem evitar-se métodos de confeção que alterem as suas características nutricionais, como a fritura. O ideal é optar por técnicas que preservem as propriedades nutricionais, especialmente dos ácidos gordos ómega-3.

Fonte: E-book_pescado.pdf

É também importante conhecer as espécies de peixe com diferentes teores de mercúrio, um contaminante ambiental das águas, que pode representar riscos para a saúde, designadamente ao nível do desenvolvimento cognitivo. Grupos mais vulneráveis, como grávidas, mulheres a amamentar e crianças até aos 10 anos, devem evitar o consumo de espécies com elevado teor deste contaminante.

Exemplos de espécies com médio e baixo teor de mercúrio:

  • Atum em conserva
  • Bacalhau
  • Carapau
  • Cavala
  • Choco
  • Dourada
  • Garoupa
  • Linguado
  • Pescada
  • Polvo
  • Robalo
  • Salmão
  • Sardinha
  • Tamboril

Exemplos de espécies com elevado teor de mercúrio:

  • Atum fresco
  • Cação
  • Espadarte
  • Maruca
  • Pata roxa
  • Peixe espada
  • Tintureira

Por exemplo, sardinha e cavala são algumas das opções a privilegiar, uma vez que têm menos mercúrio e maior teor de ácidos gordos ómega-3.

Fontes: SNS | INSA e Flyer-A4_Consumo-Pescado

Valorizar a sazonalidade do pescado é essencial para garantir melhor qualidade e sustentabilidade. Se procura mais informação acerca da época de cada espécie, consulte o Calendário da Sazonalidade do Pescado .